quarta-feira, 1 de junho de 2011

A Casa é Sua - Arnaldo Antunes

Final (?)

No final (?) de minha pesquisa de mestrado, sinto estranhamento diante da vida. Vou ter que reinventá-la também, não tem jeito! Ainda bem!
"Porque nem o prego aguenta mais o peso desse relógio"

Estou de volta pro meu desassossego
Trazendo na mala bastante bagagem
querendo um sorriso sincero, um abraço
Para aliviar meu cansaço, e toda essa minha coragem...

quinta-feira, 3 de março de 2011

sábado, 22 de janeiro de 2011

Tecnologia nossa de cada dia!

"Você dirá que as cidades ficaram hostis, inseguras, impróprias para uso humano, e que bom que a tecnologia nos permite certos confortos. Eu diria que exatamente por isto deveríamos lutar pelas cidades -por cada cidadela de delicadeza que elas ainda comportem. Um cinema que fecha é uma calçada, um pipoqueiro e uma fila a menos numa cidade. É mais um quarteirão sem luzes, sem movimento noturno e sem possibilidade de encontros, amigáveis ou amorosos. É um lugar a menos para flanar, para fazer hora, até para paquerar. E é também um cenário a menos para que os jovens descubram e troquem ideias sobre cultura, história, comportamento"

Texto de Ruy Castro publicado na Folha.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Laço Branco


Nossa!!
Passado o impacto, consigo escrever e descrever o que foi a campanha do Laço BRANCO, no Ver-o-Peso.

Quanta intensidade!
A Campanha
O Ver e o sentir o Peso do Abraço e do Laço BRANCO
O Mestre Laurentino com seu saco de mangas deixadas no canto para cantar com a "Lourinha Paraense" (Juliana Sinimbú)
Quando mestre encostou as suas mangas no canto, eu pensei: - Agora é pedrada! É Rock-in-Roll na veia. E olha que ele não estava com a sua gaita internacional!
O Ver-O-Peso é de uma intensidade absurda. E no sábado ele estava excepcionalmente intenso e colorido.
Os amigos chegando, se abraçando e abraçando o cartão postal de Belém.
A Campanha do Laço Branco deu um tom especial a este cartão postal que se misturou com outros cartões postais: Mestre Laurentino, Palhaços Trovadores, Manga, Maniva, Caboclas e caboclos paraenses, Felipe Cordeiro com seu bigode brejeiro, o peixe frito na hora e degustado embaixo da barraca de lona, os feirantes, os ambulantes, os passantes, os errantes...

A todos que fizeram este ATO, Parabéns!!

Abçs,

Ana.